“Um volante direct drive compensa no teu primeiro simulador?”
Direct drive, ou ainda não?
O direct drive é o sonho. Num primeiro simulador, os pedais e a estrutura muitas vezes importam mais.
A resposta curta
- Se conduzes todas as semanas, sim. Se não, um bom volante com correia chega bem.
- Um pedal de travão com célula de carga melhora a consistência mais do que binário extra no volante.
- Primeiro rígido, depois forte: um volante potente numa secretária que abana é dinheiro deitado fora.
Três tipos de force feedback
Os volantes de engrenagens são os mais baratos e os mais ruidosos, com pouco detalhe. Os volantes de correia são mais suaves e, para muitos pilotos, o ponto ideal. Os volantes direct drive põem o eixo da direção diretamente no motor: o máximo de detalhe e a resposta mais rápida, e também o preço mais alto, sobretudo quando juntas um engate rápido e um aro à parte.
Primeiro os pedais
A maioria dos pilotos perde mais tempo a travar do que nas curvas. Um travão com célula de carga mede a pressão em vez do curso, o que se aproxima mais de um carro a sério e é muito mais fácil de repetir volta após volta. Muitos sim racers dizem que uns pedais novos fizeram mais pelos tempos deles do que um volante novo.
Primeiro rígido, depois forte. Pedais antes de potência.
A estrutura decide
O binário precisa de algo contra o qual empurrar. Um volante direct drive preso a uma secretária vai abanar a secretária, o monitor e a tua paciência. Um cockpit rígido, em perfil de alumínio ou com uma estrutura sólida de aço, é o que faz um volante forte parecer preciso.
Uma ordem sensata
- Um volante e pedais que consigas fixar com firmeza.
- Um travão com célula de carga.
- Uma estrutura ou cockpit rígido.
- Depois, se ainda conduzes todas as semanas: direct drive.
Cuidado com os polegares: volantes direct drive fortes podem dar um esticão violento depois de um acidente no jogo. Começa com um binário baixo e sobe-o quando conheceres o carro.